11 março 2013

criminoso sedutor capitulo 6




O caminho até o quarto de Justin foi feito entre beijos, gemidos e muita esfregação -Acenda o abajur, neném. -pediu assim que abriu a porta.
Então sentou-se na enorme cama box com ela ainda em seu colo. Terminou de tirar-lhe o vestido e suas mãos voltaram à sua cintura, ora pressionando-a contra a virilha, ora passeando pela sua bunda.
Avril tirou lentamente o soutien -São seus -sussurrou e colocando as mãos nas laterais, juntou-os numa espécie de oferenda -... Bieber.
Aquela atitude e o modo sensual com que Avril pronunciou seu apelido, aumentou mais ainda o tesão de Justin que olhava-os faminto "-Puta que pariu... Onde essa garota estava até agora?" –São meus? -gemeu, já massageando um de seus mamilos com uma mão, enquanto contornava com a língua o outro.
Avril arqueou o tronco -Seus... Bieber.
Não conseguindo mais se conter Justin tomou-lhe um dos seios entre os lábios, sugando-o com avidez. Avril Lavigne gemia e se contorcia rebolando contra a sua enorme ereção, tornando-a bem dolorida por ainda estar vestido.
Segurando-a pelas costas ele a deitou na cama e retirou vagarosamente cada uma de suas meias -Seu corpo foi feito para o pecado -disse, ficando de pé de frente para ela -... Para o meu pecado... Doçura. -concluiu, tirando a camiseta e desabotoando a calça.
Os olhos de Avril viajaram despudoradamente sem pressa pelos músculos desenvolvidos de seu tórax, passando para o abdômen branco e perfeitamente definido. A trilha de pêlos castanho claros e lisos foi tornando-se espesso logo abaixo do umbigo, aumentando assim o tesão dela que imediatamente ajoelhou-se à sua frente.
–Você quer chupar o meu pau, neném? -ele perguntou, abaixando a calça juntamente com a boxer preta. Ela arfou "-Como tudo isso coube dentro de mim?"O cheiro de Justin, um cheiro inebriante de macho invadiu o olfato de Avril que sentiu sua boca salivar -Quero. -respondeu sem titubear.
Um sorriso sacana brotou nos lábios de Justin -Vem cá -sussurrou, massageando lentamente o membro -...É todo seu, minha linda.
Ele cessou os movimentos assim que ela aproximou-se, e então, com a mão na base do membro, deixou sua glande exposta. Avril passou a ponta da língua com vontade no líquido seminal que escorria em abundância -Humm -sussurrou baixinho, mas audível o suficiente para ele escutar -...Delicioso -concluiu, enfiando o pênis todo na boca de uma vez.
Justin soltou um gemido alto -Ahhh... Isso minha puta -pendeu a cabeça para trás em puro êxtase -... Que boquinha gostosa.
Nunca em todo tempo de namoro com Jacob, Avril fora chamada de puta por ele durante uma transa e agora com Justin estava sendo diferente, ele era pura obscenidade, puro sexo selvagem.
Extremamente excitada pelos gemidos de Justin, Avril colocou seu membro até a garganta uma, duas, três vezes, sem nunca conseguir chegar até o final. A outra mão continuava a acariciar seus testículos.
Com a respiração descompassada e a feição transfigurada por um desejo praticamente primitivo, Justin agarrou-lhe os cabelos com uma mão para obter uma melhor visão -Assim -disse e com a outra segurou firme a cabeça de Avril, estocando-lhe -...Vou meter nessa sua boca - outra estocada -... E enchê-la de porra -soltou um gemido, estava se sentindo no limite -... Você quer, neném?
–Uhum. A resposta simples e objetiva enlouqueceu-o. Justin já tivera várias mulheres em sua cama, algumas bem experientes e outras nem tanto, mas nunca em todos os seus treze anos de vida libertina, devassa, sentira um desejo insano e possessivo por alguém como sentia por Avril desde o primeiro momento em que a vira.
–Continua neném -sussurrou rouco, sentindo o corpo vibrar -... Gostoso. -após algumas estocadas, Justin cerrou os olhos -Ahhh! -gemeu alto, enquanto espasmos violentos atravessavam seu corpo. Jatos abundantes de seu sêmen foram despejados na boca de Avril que os sorveu com uma luxúria alucinante.
Após alguns segundos, sentindo ainda alguns curtos espasmos pelo corpo, Justin abriu os olhos e fitou Avril sentada sobre as pernas. Seus olhos se perderam nos dela por um breve momento e então uma gota de sêmen que escorria no canto de sua boca chamou-lhe a atenção. Sem desviar o olhar do dele, Avril lambeu-a.
"-Tem tudo e todos em suas mãos... Inclusive eu." –Justin colocou a mão em sua nuca e sem gentileza alguma, puxou-a para cima. Com a outra ele tocou sua face, sua boca -Perfeita! -sussurrou para logo em seguida a beijar profundamente, sentindo nos próprios lábios o gosto de si mesmo. Mas isso pouco lhe incomodava, pois naquele momento ele descobriu estar rendido, preso aos desejos e caprichos daquela garota para sempre.
–Bieber -Avril disse contra a sua boca -... Estou com um problema -feito uma gata no cio, se esfregou nele -... Que só você pode resolver.
–Mesmo? -contornou com a língua o lóbulo de sua orelha, sentindo seu membro novamente ereto -Onde, neném? -perguntou próximo ao seu ouvido.
Avril pegou uma de suas mãos e a guiou vagarosamente pelo seu corpo -Aqui. -respondeu, colocando a mão dele dentro de sua lingerie.
–Porra -os dedos de Justin tocaram o sexo encharcado de Avril -... Assim você me enlouquece... Sua boceta tá toda meladinha -num rápido movimento, Justin arrebentou a calcinha e deitando-a de costas, puxou-a para a beira da cama -Avril... Seu cheiro é delicioso -abriu mais as pernas dela, colocando-as uma de cada lado -Fique assim, minha linda... Quero mamar gostoso nesse seu grelo. -concluiu, abocanhando esfomeado o clitóris inchado de Q Avril literalmente mamando-o, enquanto se masturbava com a outra mão.
Avril gemia e se contorcia de prazer com Justin penetrando-lhe com a língua, mas foi quando ele achou seu ponto G é que ela atingiu o ápice. Seu orgasmo chegou avassalador, deixando-a totalmente à mercê de sensações nunca antes experimentadas.
Após sorver com total luxúria até a última gota escorrida do sexo de Avril,justin a fitou sorrindo -Seu cheiro é delicioso, mas nada se compara ao seu gosto -levantou-se -...Simplesmente único. -disse, cobrindo-a com o próprio corpo.
Avril se arrastou para o centro da cama e num gesto espontâneo, separou as pernas para melhor acomodá-lo -Isso minha puta -Justin sussurrou, colocando a cabeça de seu pênis entre os grandes lábios -...Preciso foder essa xoxotinha gostosa -penetrou-lhe com certa violência -... e deixá-la marcada -passou as mãos por baixo de seus braços, prendendo-a pelos ombros -...para que filho da puta nenhum tome o que é meu.
Justin ergueu suas pernas, colocando-as apoiadas em seus ombros. Suas estocadas eram violentas, como se realmente ele quisesse marcá-la como sua.
Os gemidos e as frases desconexas proferidas por Avril faziam Justin se sentir cada vez mais enlouquecido de desejo -Você é minha? -perguntou, agarrando-lhe o queixo. Como Avril não respondeu, ele estocou fundo -Você é minha Avril? -perguntou novamente, com a voz rouca.
Avril já não conseguia mais se situar. Seu orgasmo estava próximo, fazendo-a se sentir em outra dimensão -Responde Avrl... Você é minha?
Mais umas estocadas e entre gemidos e sussurros, os dois juntos alcançaram o orgasmo de forma violenta, arrebatadora.
Depois de um tempo Justin jogou o corpo para o lado, trazendo Avril consigo. -Avril?! -disse, enquanto ela passava a perna por cima de sua virilha.
–Hum? -ela perguntou, deslizando a mão pelo abdômen em direção ao peito dele.
Justin suspirou com aquele simples toque -Eu também sou todo seu. -concluiu, beijando-lhe os cabelos.
PDV JUSTIN
Olhei para o relógio digital: três e quarenta e cinco da madrugada.
Fitei Avril adormecida abraçada ao meu travesseiro e meus olhos passearam lentamente por todo o seu corpo, desde suas pernas brancas e bem torneadas, até as costas cobertas apenas por algumas mechas de seu cabelo.
Sentindo um agradável fogo percorrer o meu corpo, levantei-me e vesti apenas uma calça de moleton preta. Antes de eu abrir a porta, ela virou-se -Bieber... -ela sussurrou completamente adormecida.
Passei a mão pelos cabelos "-Avril...Você já me tem em suas mãos. O que preciso fazer para te ter em minha vida?"
Soltando um pesado suspiro, abri a porta e saí, atravessando o corredor semi escuro a passos largos. Precisava sair de perto dela para conseguir pensar com clareza.
Ao chegar à sala de jantar, vi que a luz da cozinha estava acesa -Jas?!
–Aii que susto, Justin! -ela soltou um pequeno grito, quase deixando cair a jarra de água e o copo.
–Chegou agora? perguntei, pegando um copo.
–Já faz mais ou menos meia hora. -ela franziu a testa -Avril está aqui?
–Uhum -coloquei água no copo e tomei em um gole -... No meu quarto. -sem conseguir encará-la, sentei-me na bancada da pia.
–O que houve? -ela perguntou, colocando o copo sobre a mesa -Não era isso o que você queria?... Transar com Avril Lavigne?
–Jasmine -meus olhos continuaram fixos no piso de linóleo -...Como é estar... Apaixonado?
–Justin! -Jasmine reprimiu um sorriso, tocando meu braço com a mão -Você está apaixonado por ela?
–Não!
–O que tem demais em admitir que está apaixonado, Justin? -ela perguntou, me abraçando -É muito bom... A gente se sente feliz, completo ao lado da pessoa amada.
Me afastei bruscamente dela e esfreguei o rosto com as mãos -Merda, merda, merda! -xinguei, saindo da cozinha.
Voltei ao quarto e me deitei ao seu lado, abraçando-a pelas costas. Aspirei o perfume de seus cabelos -Neném -sussurrei, beijando-lhe o ombro -... O que eu preciso fazer para te ter em minha vida?
–Me ame. -disse com voz sonolenta.

–Sim -a resposta veio seguida de um gemido alto -...Sou sua Bieber... Toda sua.

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